Meu Velho Rio

Meu Velho Rio

  • Ferreira, Augusto Maurício de Queiroz. Meu Velho Rio. Rio de Janeiro: Prefeitura do Distrito Federal, Secretaria Geral de Educação e Cultura, 1966. 218 p. (Coleção Cidade do Rio de Janeiro, 10).

O Chafariz de Mestre Valentim

No meado do século XVIII, no fecundo governo de Gomes Freire de Andrade, Conde de Bobadela, que se estendeu de 1733 a 1763, poucas torneiras havia na cidade. A mais próxima do Palácio dos Governadores (onde hoje funciona funcionava o Departamento dos Correios e Telégrafos, atual Paço Imperial) era localizada na praia então conhecida por Brás de Pina (agora,...

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Praça Tiradentes

Até os últimos anos do século XVIII, o centro propriamente urbano do Rio de Janeiro limitava-se na Vala (atual Rua Uruguaiana). Daí para o interior, a zona era considerada fora da cidade, sertão, terreno baldio, ora subindo pelas encostas dos morros, ora mergulhando aqui e ali, em pestíferos alagadiços. Essa vasta extensão de terra ainda inaproveitada denominava-se Campo de...

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A Praça do Comércio

No dia 26 de março de 1816 aportava ao Rio de Janeiro o brigue Calpe, trazendo a bordo a missão artística francesa, contratada pelo Conde da Barca (D. Antônio de Araújo de Azevedo), Ministro da Marinha e Domínios Ultramarinos, que chefiava também, em caráter provisório, as pastas da Guerra e dos Estrangeiros, no governo de...

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Casa da Ópera

O Rio de Janeiro conheceu o seu primeiro teatro no ano de 1767, e isso mesmo devido a iniciativa particular. A cidade já fora elevada à categoria de Capital do Brasil (desde 27 de janeiro de 1763); a sede do Governo, transferida de Salvador, já aqui se instalara; o Conde da Cunha, nomeado vice-rei, já...

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Manuel Luís

Somente cerca de sete anos depois de ter sido consumido pelo fogo o teatro do Padre Ventura é que o Rio de Janeiro teve a sua segunda casa de espetáculos, também, como a outra, de propriedade privada. Esse acontecimento ocorreu em 1776, já no governo do Vice-Rei Marquês de Lavradio (D. Luís de Almeida Portugal...

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Solar do Conde dos Arcos

Era Vice-Rei do Estado do Brasil, desde 21 de agosto de 1806, Dom Marcos de Noronha e Brito, oitavo Conde dos Arcos de Valdevez, quando, a 7 de março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro a família real de Bragança, que transferia a Corte para a capital brasileira, em virtude da guerra de Napoleão na Europa...

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