Catedral do Rio de Janeiro

Igreja dos Jesuítas no Morro do Castelo, via Biblioteca Nacional

A Catedral do Rio de Janeiro, data de 21 16 de novembro de 1676, quando, por Bula do Papa Inocêncio XI, foi criado o Bispado desta Capital [1]. Naquela ocasião a Igreja Matriz de São Sebastião, situada no alto do Morro do Castelo, foi elevada à categoria de Catedral. E nessa antiga igreja permaneceu até 1734, quando, por motivo de achar-se em péssimo estado o edifício, mudou-se para a Igreja da Cruz dos Militares. Sua demora nesse templo foi breve, pois, no ano de 1737, transferiu-se para a Igreja do Rosário, na atual Rua Uruguaiana, onde esteve até 1808.

Nos capítulos anteriores, referentes às igrejas da Cruz dos Militares, do Rosário, e do Carmo da Lapa, foram já contados fatos interessantes com relação à residência da Sé naqueles templos.

Nunca estiveram em boa harmonia os Irmãos do Rosário e São Benedito e o Cabido sediado na sua igreja. As divergências eram tantas e tão fortes, que a Irmandade chegou a enviar uma representação ao rei de Portugal. Essa queixa mereceu a consideração real, mas em resposta o monarca ordenava que a Catedral continuasse na Igreja do Rosário, até que fosse escolhido o local para a construção da Sé.

Reunidos o Bispo, o Governador Gomes Freire de Andrade e o Brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim, em conferência sobre o sítio para a ereção do edifício, ficou assentado que o mesmo seria construído no largo situado no fim da Rua do Ouvidor, e que, desde então, passou a ser denominado Largo da Sé Nova (depois de São Francisco de Paula).

Isso ocorreu em 1747, e o terreno é aqueles onde está hoje a Escola de Engenharia o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, IFCS. A primeira pedra da futura Catedral, foi lança da em 20 de janeiro de 1749, na presença do Bispo, membros da Câmara, da nobreza da época, clero, irmandades religiosas e muito povo que acorreu para assistir à cerimônia. Previamente o Governador mandara engalanar a praça com bandeiras e estandartes, e contratar uma banda de música para dar mais acentuado brilho ao acontecimento. Após a benção do terreno pelo Bispo, o próprio Governador carregou a pedra fundamental, colocando-a no lugar designado, ouvindo-se, nesse momento, as salvas das fortalezas e da tropa de terra que passava em desfile.

As obras da edificação do templo, que seria suntuoso, prosseguiram até 1752, quando foram interrompidas em vista da necessidade que houve de se aplicar a verba destinada a esse trabalho em outras despesas. Também influiu enormemente nessa interrupção a partida do Governador Gomes Freire de Andrade, para integrar a comissão que, na ocasião, decidia uma questão de limites, nacionais.

Enquanto isso, continuavam desavindos o Cabido e a Irmandade do Rosário e São Benedito. Em 1788, foi retirada do altar-mor da igreja a imagem de São Benedito, e colocada no seu lugar a de São Sebastião. Não se conformaram os irmãos e, em 1791, por via de um acordo celebrado, foi reposta no altar a imagem do padroeiro da Irmandade.

Tudo isso constitui a forte razão para a urgência na ultimação da obra da catedral. Em 1796, apesar de não haver consignação régia, resolveu a Mitra continuar a construção da Sé, contando para isso com as esmolas e os donativos que seriam recolhidos dos fiéis. Com trabalho árduo e constante foi, por fim, concluída a capela-mor, mas em 1797, o serviço sofreu novo colapso. Até as torres já haviam sido iniciadas, mas tudo ficou paralisado, não obstante o Cabido ter requerido ao governo português, um auxílio para a continuação dos trabalhos.

Nesse tempo, porém, as façanhas napoleônicas preocupavam enormemente todos os governos europeus, e o de Portugal incluía-se entre eles, como um dos mais interessados nos problemas criados pelo grande corso. Assim, à petição em favor da igreja brasileira não pôde ser dada maior atenção.

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Convento e igrejas do Carmo

Com a fuga de Dom João, então regente do reino de Portugal, e de sua família para o Rio de Janeiro, e aqui chegado em março de 1808, os frades do Convento de Nossa Senhora do Carmo tiveram que transferir a sua residência para outro sítio, a fim de alojarem-se no seu recolhimento os soberanos, os príncipes e as demais luzidíssimas dignidades que compunham o seu séquito. O palácio dos Governadores – bastante amplo, era, todavia, pequeno para conter tanta gente. Foi necessário oferecer-lhes o Convento Carmelita para seu abrigo.

Ao lado, contíguo ao cenóbio, havia a Capela de Nossa Senhora do Carmo, da mesma Ordem religiosa, que automaticamente foi convertida em Capela Real, por ser mais próxima da residência dos reis, e por isso mesmo, mais cômoda para sua presença na celebração dos ofícios divinos.

Era uma pequena igreja, baixa, toda branca, cuja fachada apresentava apenas uma porta de entrada, ladeada por dois nichos, e à frente tinha um átrio cercado com ripas de madeira. Não tinha sinos, e os religiosos serviam-se dos que havia no campanário do Convento, para indicar a hora das missas e outros serviços.

Essa igreja datava de 1761, isto é, nesse ano foi lançada a primeira pedra para a sua construção. Antes havia no local uma ermida sob a invocação de Nossa Senhora do Ó, que fora doada aos Carmelitas em 1590, e que ruíra numa noite de festa, sepultando muitos fiéis, conforme já relatamos no capítulo relativo à Igreja do Carmo da Lapa.

Transformada em capela real, a igreja dos Carmelitas foi, por alvará de 13 de junho de 1808, elevada à condição de Catedral.

Na tarde do mesmo dia 13 de junho, o Cabido deixava a Igreja do Rosário e instalava-se na nova Sé, terminando desse modo uma luta sobremodo desagradável e que durara 71 anos.

Não estava ainda concluída a fachada do templo em 1808. Para que tivesse melhor aparência, uma vez que ia servir aos soberanos, foi construído um frontão de madeira com as armas reais, e substituiu-se a cerca de madeira por gradil de ferro. Somente no reinado de Dom Pedro I obedecendo à planta do engenheiro-arquiteto Pedro Alexandre Cavroé, é que foi terminada a fachada, cuja obra realizou-se sob as vistas do próprio técnico.

A igreja tem sete altares, nos quais se encontram as imagens de São Sebastião, São João Batista, a Sagrada Família, o Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da Cabeça, além de outros santos que são venerados com o maior carinho pelo povo católico.

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Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé

A devoção à Mãe de Deus sob o título de Nossa Senhora da Cabeça provém da Espanha, e data de 1227. Nasceu na pequena cidade de Andújar, na província de Andaluzia, no sopé da Serra Morena.

Conta-se que um pastor, Juan Alonso de Rivas, cuidando do seu rebanho, avistou, certa vez, no pico do mais alto dos montes que formam a Serra Morena, pico esse denominado “Cabeza”, uma luz muito brilhante e ouviu soar ao longe uma suave campainha. Como que atraído pelo luzeiro, o pastor devoto da Virgem Maria, galgou o monte quase inacessível, e chegou até a luz que o ofuscava. Súbito encontrou-se aos pés de uma imagem que lhe falou: – “Não temas, servo de Deus. Vai à cidade de Andújar e dize a quantos encontrares que chegou o tempo de cumprir-se a vontade de Deus, fazendo erigir neste lugar um templo onde se hão de cumprir grandes prodígios em favor dos crentes”.

Estava Juan pronto a obedecer à Virgem, mas receava não ser acreditado. Mas a Santa volveu a falar-lhe: – “Vai crente venturoso. O testemunho das tuas palavras será o teu braço perdido que eu te restituo”. E Juan que tinha falta de um braço tornou-se, ato contínuo, inteiramente perfeito.

Chegando a Andújar, o povo, inteirado do ocorrido, recebeu-o cheio de júbilo e, com o Pároco à frente, se dirigiram muitos fiéis ao lugar indicado pelo pastor, e ali encontraram a imagem, que era modelada em cedro. Imediatamente ficou resolvido que se construiria no monte um templo sob a invocação de Nossa Senhora da Cabeça, que era a denominação do pico onde aparecera a Virgem.

E 17 anos passados, após ingentes sacrifícios e dificuldade sem conta, esplendia no alto da Serra o santuário da Virgem.

Atribuem a confecção da imagem ao apóstolo São Lucas, que, como se sabe era hábil escultor, e que para ali a houvesse levado. Corroborando com essa presunção, há o fato de ser a imagem grandemente semelhante a da Senhora de Loreto, que se venera em Roma, e que é obra daquele apóstolo.

Inúmeros milagres têm sido operados pela Virgem. O mais destacado, no entretanto, é aquele em que se conta que um fidalgo tendo sido condenado à morte, inocente, prometera à Virgem depor aos seus pés uma cabeça de cera, caso fosse salvo da pena capital. E já na hora da execução da sentença, eis que se apresenta o verdadeiro culpado, livrando-o da morte. O rei perdoou a ambos; o primeiro porque era inocente, e o outro porque, afinal, confessara o delito praticado.

Desde essa ocasião, em todas as igrejas em que se venera a Virgem dessa invocação, vê-se nas mãos da imagem uma cabeça humana.

Da Espanha a devoção passou para Portugal, e daí estendeu-se pelo mundo inteiro.

A Senhora da Cabeça é a padroeira do Cabido. Foi em 1616 que apareceu no Rio de Janeiro a primeira imagem da Santa, a qual foi colocada em um dos altares da igreja do Morro do Castelo por Martim de Sá, filho de Salvador Corrêa de Sá-o-velho. Para dar melhor realce à sua devoção, instituiu ele um patrimônio por escritura de 24 de abril daquele ano.

Quando a Sé passou para a Cruz dos Militares a imagem ali também foi exposta, mas na mudança para a Igreja do Rosário a imagem partiu-se por ser de barro.

A que ora se encontra na Catedral Metropolitana, perfeitamente idêntica à primitiva, foi mandada esculpir em madeira, pelo Padre Gaspar Ribeiro Pereira, e veio de Lisboa, contando já cerca de 150 anos. Todas as últimas quartas-feiras de cada mês é festejada com grande pompa pelo Cabido, com a benção do SS. Sacramento.

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Igreja de Nossa Senhora do Rosário, desenho de Eduard Hildebrandt (9.9.1818 – 25.10.1869), 1844

O grande painel que se vê hoje no altar-mor, cujo frontal e banqueta são de prata lavrada, não é propriamente obra antiga; é, todavia, um belíssimo trabalho do pintor Antônio Parreiras, e representa Nossa Senhora do Carmo entre nuvens juntamente com os santos fundadores da Ordem do Carmo.

Segundo Moreira de Azevedo, em seu livro “O Rio de Janeiro”, naquele altar houve anteriormente um outro quadro com cerca de 32 palmos de extensão por 16 de largura, pintado por José Leandro de Carvalho. Nele se via a rainha D. Maria I dando a mão ao neto Dom Pedro, acompanhada de Dom João e Dona Carlota Joaquina. Em plano superior, Nossa Senhora do Carmo, protegendo com seu manto a família real.

Na hora dos graves acontecimentos políticos que precederam a abdicação de Dom Pedro I, em 1831, cometia o povo toda a sorte de desacatos à figura do proclamador da independência do Brasil. Assim, no intuito de prevenir qualquer contrariedade para a Catedral, foi convidado o próprio autor da pintura para desfazer o belo trabalho. E, embora com o coração apertado dirigiu-se José Leandro ao templo e, de brocha em punho passou uma camada de tinta sobre os personagens reais, deixando visível apenas a figura da Santa.

No ano de 1850, quando se procedia ao trabalho de limpeza e pintura da capela-mor, conviram restabelecer o painel de José Leandro, já falecido em 1834, encarregando-se desse mister o artista João Caetano Ribeiro, que o restaurou com toda a perfeição. O destino que levou esse quadro é desconhecido.

De José Leandro há ainda no templo vários outros trabalhos de magnífica execução, tendo ele sido o escolhido para a primitiva douração da igreja, chefiando numeroso grupo de artistas.

O quadro evocativo do batismo de Jesus, que se encontra no batistério, é obra do pintor Egisto Bartolomei, artista italiano que aqui chegou com a esposa em 1889. Veio de passeio ao Brasil, para daqui seguir para a América do Norte, onde deveria encarregar-se da decoração de uma igreja. Foi ficando Egisto Bartolomei no Brasil, e até renunciou ao cumprimento do contrato americano. Nunca mais voltou à Itália, falecendo no Rio de Janeiro em 1932, com 81 anos de idade.

Há duas capelas fundas; na do lado esquerdo está o SS. Sacramento, e na que lhe fica em frente há uma expressiva imagem de São Pedro de Alcântara, em tamanho natural, modelada em mármore de Carrara, que foi presenteada a Dom Pedro I. No mesmo altar acham-se as imagens do Bom Jesus dos Aflitos e de Nossa Senhora das Dores.

Toda a obra de talha dourada, com primorosos desenhos, é de autoria de Mestre Inácio, e data de 1785.

Na sacristia uma verdadeira obra prima se destaca aos olhos de todos: é um grande Crucifixo que fica em frente à porta de entrada. A expressão dolorosa de sua fisionomia, assim como as chagas expostas no corpo, parecem vivas, palpitantes. É, por certo, a imagem mais bela do Salvador do mundo existente em nossos templos. Esse Crucifixo veio da Europa, e foi oferecido a Dom Pedro II. Na parede dessa mesma dependência, colocado sobre o arcaz, vê-se um quadro da Senhora da Conceição, que durante largos anos esteve no Tribunal da Relação.

Rasgada em 1857, a Rua do Cano (depois 7 de Setembro) até o Largo do Paço (Praça 15 de Novembro), a Catedral não sofreu alteração fundamental, pois esse corte atingiu apenas o antigo convento. Construiu-se nessa ocasião um passadiço entre o palácio e a igreja, por onde passavam as pessoas imperiais e os seus simpáticos para assistir aos cultos.

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Igreja de Santa Cruz dos Militares, via Biblioteca Nacional

Numa das paredes do corredor que, partindo da capela-mor, vai dar ao vestíbulo da Rua 7 de Setembro, há uma grande lápide de mármore que esconde a urna onde se encontram em parte as cinzas de Pedro Alvares Cabral, almirante português, que aqui aportou em 1500.

Os dizeres gravados na lousa rezam por si só tudo quanto se refere aos restos do bravo marujo que repousam na Catedral da capital do país que descobriu por acaso.

É a seguinte a inscrição:

– “Aos 30 de dezembro de 1903, sendo Arcebispo desta Arquidiocese Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcante, foi aqui depositada uma urna dupla de chumbo e madeira contendo resíduos mortuários de Pedro Alvares Cabral descobridor do Brasil, extraídos aos XIV-III-MCMIII de sua sepultura na Igreja de Nossa Senhora da Graça de Santarém, Portugal, onde desde 1529, achavam-se em jazigo de família, trazidos e doados a esta Catedral pelo Bel. Aberto de Carvalho”.


Dentre os objetos preciosos que conta a Catedral, encontra-se a “Rosa de Ouro”, condecoração com que foi agraciada a Princesa Isabel pelo Papa Leão XIII, por motivo do decreto por ela assinado a 13 de maio de 1888, abolindo à escravidão no Brasil. Essa alta distinção foi entregue à princesa no dia 28 de setembro daquele mesmo ano, por intermédio do então Núncio Apostólico aqui acreditado, Monsenhor Spolvermi [2].

Quando do banimento da família imperial em 15 de novembro de 1889, a “Rosa de Ouro” foi levada também para o exílio. Até 1946, encontrava-se na França, na capela do Castelo d’Eu, fazendo parte do patrimônio histórico da antiga monarquia brasileira.

A bela condecoração, que foi instituída no ano de 1096, pelo Papa Urbano II, e, desde então, só é conferida a altos chefes de Estado em razão de algum gesto de elevada expressão – constitui um riquíssimo trabalho de ourivesaria. Representa um delicado ramo de roseira, tendo pendente da haste maior, uma rosa de caprichoso lavor, tudo em ouro, com o peso de 4 quilogramas.

Foi trazida para o Rio de Janeiro, pelo Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, neto da Princesa Isabel, a bordo do avião “Constellation”, chegado no dia 7 de julho de 1946, e oferecida à Catedral Metropolitana pelos membros da família imperial.

O frontispício atual da Catedral, foi modificado no tempo do Cardeal Dom Joaquim Arcoverde. Foi ele quem mandou reconstruir a fachada, bem como o oitão que dá para a Rua 7 de Setembro.

Conta a igreja com 3 portas, igual número de janelas no andar do Coro, com vitrais, e ao alto, por baixo da cruz e dentro de um nicho, está a imagem de São Sebastião esculpida em mármore branco.

Na coluna da torre que se ergue à esquerda, e não tem nenhum estilo definido vêm-se as armas de Sua Eminência, sob o chapéu cardinalício. Mais acima o relógio, os sinos, e lá bem no alto, dentro de um círculo gradeado de ferro, dominando tudo, a imagem da Senhora da Conceição em bronze dourado.

O corpo de Dom Joaquim Arcoverde, o primeiro cardeal que teve o Brasil e a América do Sul, falecido em 1930, repousa hoje na cripta da Catedral, cavada sob a capela do SS. Sacramento, entre cinzas de outros prelados, depois de ter sido exposto à visitação de despedida na nave da principal Igreja do Rio de Janeiro.

O mobiliário da Catedral, que era inferior e pobre, foi, por iniciativa de Monsenhor Álvaro Pio Cezar, todo substituído. Agora suas bancadas são magnificas e confortáveis, fabricadas de sucupira, no mesmo estilo barroco do templo.

Notas do Editor

  1. Em 16 de novembro de 1676, a Bula do Papa Inocêncio XI “Romani Pontificis pastoralis sollicitudo”, elevou a antiga Prelazia de São Sebastião à categoria de Diocese, como sufragânea da Sé Metropolitana de São Salvador da Bahia, criada na mesma data. A esta ficou também subordinada a Diocese de Olinda. Arquidiocese do Rio de Janeiro
  2. Francesco Spolverini, Representante diplomáticos da Santa Sé no Brasil, Internúncio Apostólico e enviado extraordinário, 1887 – 1891.

Fonte

Texto original

Histórico da Catedral do Rio de Janeiro
    • 1676 – Igreja Matriz de São Sebastião, situada no alto do Morro do Castelo.
    • 1734 – Igreja de Santa Cruz dos Militares.
    • 1737 – Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, na Rua Uruguaiana.
    • 1808 – Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, na Rua Primeiro de Março.
    • 1964 – Foi abençoada e lançada por Dom Jaime de Barros Câmara, no dia 20 de janeiro, a pedra fundamental da Nova Catedral de São Sebastião, na Avenida Chile.
    • 1972 – O então Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales celebrou a missa de Natal na Nova Catedral.
    • 1976 – Na comemoração do tricentenário da Arquidiocese, Dom Eugênio sagrou o altar-mor no 16 de novembro.
    • 1979 – Quando comemorava o Jubileu de prata da sua ordenação, Dom Eugênio fez a solene Dedicação do Novo Templo, no dia 15 de agosto.
    • 1980 – O Papa João Paulo II presidiu solene cerimônia na Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro com os Bispos do CELAM, no dia 2 de julho.
Ficha Técnica da Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro (*)
  • Projeto: Edgar de Oliveira Fonseca, 1964.
  • Colaboradores: Luís Fabrício Menescal e Helmut Braunschweiger (arquitetos).
  • Projeto de interior: Padre Paulo Lachen Maier.
  • Jardins: Roberto Burle Marx.
  • Engenheiro: Newton Souto Mayor.
  • Cálculo estrutural: Escritório Emílio Baumgart.
  • Construção: Construtora Severo Villares.
  • Obras de arte:
    • Esculturas e painéis da sacristia: Humberto Cozzo.
    • Vitrais: Lorenz Hailmair.
    • Sacrário: Nicola Zanotto.

(*) Mazeredo, Arte na Catedral, Edições Loyola, 2003.

Imagem destacada

  • Catedral Metropolitana de São Sebastião do Rio de Janeiro

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