Palácio Imperial (III)

III

O antigo convento dos carmelitas exige agora também um breve estudo. Fazendo parte do palácio desde 1808, não pode ficar esquecido sem ofensa à exatidão histórica.

Um simples passadiço converteu aquele edifício de casa de frades em paço real; mudando-lhe, porém, a natureza, não lhe pode mudar o parecer, e o antigo convento conservou e conserva ainda a primitiva feição monástica que o apresenta sempre arquitetonicamente desarmonizado com o palácio a que se ligou.

É um aditivo que não tem relação alguma com o corpo a que foi adicionado: é um adjetivo que não concorda com o seu substantivo nem em gênero, nem em caso, nem em número: discordância completa no que diz respeito à arquitetura.

Mas pouco importa isso. Hoje em dia já estamos acostumados com essas extravagâncias que das obras de pedra e cal passaram a fazer-se sentir em obras de um outro gênero. É raro o ano em que não vemos determinarem-se discordâncias tão notáveis como aquela. Não há lei de orçamento de receita e despesa do Império que não arraste uma cauda de aditivos que se harmonizam tanto com ela como o antigo convento do Carmo com o resto do palácio.

Ao menos, porém, em 1808, uma necessidade indeclinável impôs a anexação que deu lugar àquela desarmonia arquitetônica, e atualmente nada pode desculpar a abusiva repetição dessas discordâncias administrativas.

Ora, eis aí. Insensível e involuntariamente começo a divagar outra vez! Bom foi que a tempo o conhecesse para não me adiantar muito.

Aqui vai em poucas palavras o que era o antigo convento do Carmo. Creio que não haverá quem possa notar nele mudanças sensíveis operadas nestes cinquenta e dois anos já passados: conservou-se quase absolutamente o mesmo, o que entre nós não admira em uma casa, mas admiraria muito em um homem, porque os homens…

Pior! O antigo convento do Carmo nada tem de comum com os homens políticos.

O edifício que asilava os carmelitas começa na extrema da Rua da Misericórdia, um pouco adiante da esquina da Rua da Assembleia, dantes chamada da Cadeia, estende-se por toda a largura do Largo do Paço até à entrada da Rua Direita [1] [2], onde termina com a igreja que, acompanhando o destino do convento, passou a ser capela real, como é ainda hoje capela imperial [3].

Pela frente da praça apresenta o edifício, além do pavimento inferior, dois andares que tinham janelas com balcões de ferro e rótulas de madeira, e que eram duas ordens de dormitórios.

Vinha logo em seguida a igreja de Nossa Senhora do Carmo, que é a capela imperial. Em primeiro lugar, levanta-se a torre, cuja entrada, que era a portaria do convento, é precedida por um alpendre sustentado por colunas de pedra. A torre é quadrangular e terminada superior-mente por uma abóbada pontiaguda, em cujo cimo se observa um globo que serve de apoio ao símbolo da redenção. Um galo metálico, que é atravessado pelo pé da cruz, gira horizontalmente, obedecendo à ação dos ventos, e indica a direção destes.

Segue-se à torre uma capelinha consagrada ao Senhor dos Passos.

Três portas dão entrada para o templo. Sobre o pavimento dessa levanta-se um outro com pilastras, entre as quais abrem-se três janelas de peitoril. Acima deste pavimento ainda um terceiro, sobre o qual está montada a empena que remata em seu ápice pela cruz, e lateralmente por vasos de pedra que coroam as pilastras extremas. Entre as pilastras que sustentam a empena estavam as armas reais, como hoje estão as imperiais.

Antes de penetrar no interior da capela imperial, devo fazer duas observações: A primeira refere-se a uma alteração por que passou o antigo convento há cinco anos. A segunda não passará de uma pergunta filha da minha ignorância, e de uma ideia inocente que despertou em meu espírito o galo metálico da capela.

Há cinco anos reinava epidemicamente na capital do império a febre das empresas. O pensamento era bom, o desejo do progresso material justificadíssimo; o excesso, porém, a que se chegou fez da saúde moléstia. Tratou-se também com ardor nessa época de abrir até ao Largo do Paço a Rua do Cano [4], que devia ser toda de novo disposta, ladeada de casas magníficas, alinhada, embelecida e transformada na mais elegante das ruas da cidade.

Sorria tanto a ideia deste melhoramento, foi ele reputado tão facilmente realizável, que se atacou logo a única barreira que separava o Largo do Paço da Rua do Cano, isto é, a extrema esquerda do antigo convento do Carmo. S. M. o Imperador, desejando facilitar a realização da empresa, mandou prontamente romper o edifício naquele ponto. Abriu-se, pois, a comunicação entre a rua e a praça, e passado algum tempo uniu-se ainda o palácio com a capela imperial por meio de um passadiço de madeira que tem tanto de simples como de pouco elegante.

E a empresa não foi adiante, pelo menos até agora: tropeçou no vácuo e ficou derreada. Não se incomodem com a frase tropeçou no vácuo. A falta de dinheiro é um vácuo, e é na falta de dinheiro que os empreendedores tropeçam mais desastradamente.

A rua que devia se chamar Sete de Setembro continua como dantes a ser do Cano, e enquanto se conservar feia e torta como é, convém que não lhe mudem o nome; porque Sete de Setembro quer dizer Independência do Brasil, e a nossa independência é muito bonita, e nós a queremos direita e bem direita.

Segunda observação.

O galo metálico que gira horizontalmente sobre a torre da capela imperial, obedecendo à ação do vento que sopra, não pode deixar de exprimir algum pensamento filosófico, alguma lição moral.

Que significa aquele galo inconstante, que assim se volta para todos os lados, e que ora mostra o bico ao sul, ora ao norte, ora ao ocidente, ora ao nascente? Que significa esse galo que lisonjeia e atraiçoa a todos os ventos? Não sei; e somente quem o empoleirou na torre no-lo poderia dizer.

Aproveitando-me, no entanto, da existência do famoso galo e da sua incessante mobilidade, servir-me-ei dele doravante para um termo de comparação que me parece apropriado.

A inconstância e volubilidade de muitos políticos excedem tanto às proporções de possíveis modificações conscienciosas de princípios, que a todos antes se afiguram contradanças executadas ao som da orquestra mágica da ambição e do egoísmo.

São mudanças determinadas por conveniências que não se confessam, mas que excitam os contradançadores a voltar as caras ora para um, ora para outro ponto, conforme o vento político que sopra.

Assim, pois, serve-me às mil maravilhas o galo da capela,e quando aí por essas ruas eu encontrar alguns desses homens políticos que andam aos saltos de um para outro partido, dizendo hoje que é branco o que ontem diziam que era preto, e achando sempre razão em quem está de cima, direi a mim mesmo, ou aos amigos que passearem comigo nessa ocasião: “Ali vai um galo da capela.”

Penetro agora no sagrado recinto.

Tem a capela imperial três altares de cada lado, e entre estes e o altar-mor duas capelinhas fronteiras: na da esquerda é onde se expõe o Santíssimo Sacramento, e onde a família real vinha ouvir missa, tendo para isso duas tribunas.

No lado direito da capela-mor está a tribuna da família imperial.

O teto da capela-mor da igreja dos carmelitas foi decorado por José de Oliveira, o mais antigo dos pintores fluminenses. A Virgem do Monte Carmelo que nele está representada era uma obra de mestre. Diz o Sr. Porto Alegre [5], em uma memória apresentada ao nosso Instituto Histórico, o seguinte: “Na reforma do convento os mais hábeis artistas da capital se escusaram de retocar aquela obra, mas os carmelitas descobriram um caiador que a destruiu completamente; seu estado atual é uma restauração feita pelo Raimundo, que antes se escusara, mas que no tempo de el-rei fora obrigado a fazê-la.”

O teto da capela do Senhor dos Passos, que representa o descimento da cruz, é obra do célebre Manuel da Cunha, outro pintor fluminense, que, nascido escravo, se enobreceu pela arte em que primou e de que legou à pátria belos tesouros, como são o retrato do conde de Bobadela, que está no paço da câmara municipal, o Santo André Avelino, da igreja do Castelo, a capela contígua à sacristia de S. Francisco de Paula e muitos outros.

Em 1817, o Sr. Dom João VI mandou pintar de novo e dourar a capela real, obra que se executou com tanta presteza como feliz desempenho, e para a qual concorreram os melhores artistas que então possuía a capital, e notavelmente o nosso habilíssimo José Leandro de Carvalho, pintor histórico e o mais fiel retratista da época, tendo neste gênero, diz também o Sr. Porto Alegre, um dom particular, pois bastava ver o indivíduo uma única vez para conservar perfeitamente de memória suas feições e pintá-lo ao vivo.

José Leandro fez todos os quadros da capela real, e no concurso que houve entre diversos pintores levou a palma na execução do quadro do altar-mor da mesma capela, no qual retratou de uma maneira admirável toda a família real.

Em 1831, foi esse quadro delirante e violentamente condenado pelo ódio ao passado. A gratidão nacional e a arte ressentiram-se por certo desse descomedimento repreensível, que seria uma indignidade, se não fosse a loucura de um dia de vertigem. Mas a gratidão nacional não se apagou com o quadro destruído, a arte pôde regenerar a obra do mestre. O mestre, porém, que foi testemunha do insulto, sentiu-o tanto que perdeu a saúde com o abalo e veio a morrer não muito depois.

Faz-me conta supor que me perguntam agora como, em um país tão novo e ainda abatido pelo jugo colonial, pôde, em 1808, o príncipe regente vir encontrar artistas de tanto merecimento como esses que executaram a reforma da capela real em 1817.

Pois sabei que desde a última metade do século XVII já as artes contavam fiéis e esclarecidos intérpretes no Rio de Janeiro. Os artistas acudiram como por encanto à voz de Bobadela e de Luís de Vasconcelos, e ensejo terei de demonstrar esse fato na continuação deste passeio.

E sabei mais que não foram somente pintores amestrados que a família real portuguesa teve de admirar, chegando ao Brasil.

Nos púlpitos e no coro da então capela real, fizeram-se desde logo sentir grandes e brilhantes inteligências que a corte portuguesa mal podia esperar que estivessem florescendo no Brasil e que devessem por ela ser admirados.

Nos púlpitos apareceram, entre outros, muito notavelmente, São Carlos, Sampaio, e Mont’Alverne, três franciscanos, três frades da ordem que professa a pobreza e que eram a imensa riqueza da nossa tribuna sagrada. No coro avultava não menos o padre José Maurício Nunes Garcia, indisputavelmente um desses homens privilegiados em cujo espírito Deus acende a flama do gênio.

Dir-se-ia que a natureza virgem e portentosa do Brasil supria com suas inspirações patrióticas e arrebatadoras as academias e os mestres abalizados que faltavam na América portuguesa a esses e a todos os belos talentos. Certo é que eles excederam a expectativa da família real e dos fidalgos portugueses, que reconheceram não ter deixado na culta Lisboa quem os levasse a palma na eloquência e na música sagrada.

São Carlos foi, além de brilhante orador, um literato profundo e grande poeta. A sua oração fúnebre pelas exéquias da Rainha D. Maria I é um verdadeiro e magnífico triunfo de inteligência. O seu poema a Assunção, uma glória da pátria. São Carlos era ainda notável pela facilidade com que improvisava sermões, quando era inesperadamente arrancado da sua cela para subir à sagrada tribuna.

Sampaio arrebatava o seu auditório por uma graça natural, que falava a todos os corações. Às vezes, interrompia o fio do discurso para aproveitar um incidente que ocorria, e de que tirava sempre surpreendente partido.

Um dia em que rebentara uma forte trovoada na ocasião em que ele se achava pregando, Sampaio, ao escutar o ribombo de um horrível trovão, cortou de súbito a ligação das ideias em que ia, e em uma apóstrofe ardente e bem cabida, inspirada pelo estampido que ouvira, encheu de assombro e deixou em êxtase a todo o concurso que se reunira na igreja.

A um desses dois pregadores refere-se um belo repente que não deixarei de lembrar aqui.

Solenizava-se na capela real a Santíssima Senhora das Dores. Um incômodo não tinha permitido vir assistir à festa a Rainha D. Maria I. Não se contava com ela. O orador subira ao púlpito e ia já em meio do sermão, quando, aparecendo a rainha, teve de tornar a começá-lo. Então, voltando-se para a tribuna real, exclamou, repetindo o verso de Virgílio:

“Infandum, regina, jubes renovare dolore…”

Mont’Alverne foi dos três ilustres franciscanos o que fulgurou ainda nos nossos dias, floresceu em todo o reinado do primeiro imperador. Algum tempo depois, porém, achou-se em vida sepultado no horror da cegueira, e não tornou ao púlpito. O Sr. D. Pedro II conseguiu fazê-lo pregar de novo, e no dia 19 de outubro de 1854 Mont’Alverne entoou o seu canto do cisne em um eloquentíssimo panegírico de D. Pedro de Alcântara na capela imperial. Esse sermão foi um acontecimento que abalou a população da capital, e o que se passou então na capela não se pode explicar nem descrever. Sentiu-se. Não se diz.

O padre José Maurício Nunes Garcia conquistou naquela época a reputação de um fertilíssimo, severo e notável compositor de músicas sacras, e era, além disso, recomendável pelo seu nobre caráter, como por sua instrução.

As composições do padre José Maurício eram clássicas, magistrais, e ainda hoje se admiram. O príncipe regente estimava muito o grande músico brasileiro. Em uma dessas festas grandiosas que então se celebravam na capela real, o Sr. Dom João VI sentiu-se tão arrebatado, ouvindo executar a música de uma nova missa do padre José Maurício, que uma hora depois o mandou chamar ao paço, e aí, em plena corte, o encheu de louvores, e tirando da farda do conde de Vila Nova da Rainha o hábito de Cristo, com a sua própria mão colocou-a no peito do seu estimado e eminente mestre de capela.

A boa vontade e os sentimentos generosos do rei nem sempre eram imitados pela sua corte: o padre José Maurício teve nela desafeiçoados, especialmente depois que chegou de Lisboa o mestre Marcos Portugal, que se tornou bem depressa seu decidido rival. Os profissionais estão no caso de julgar qual dos dois tinha mais merecimento, e as boas e conscienciosas autoridades na matéria sempre ouvi darem preferência ao compositor brasileiro.

Em certa ocasião, o padre José Maurício e Marcos Portugal tiveram de medir artisticamente as suas forças.

Devia-se solenizar na fazenda de Santa Cruz a degolação de São João Batista. O rei quis música nova, e os seus dois mestres de capela foram chamados a satisfazê-lo.

Era uma luta artística que ia ter lugar, e em resultado Marcos Portugal empregou um mês para compor as matinas, ao tempo que e padre José Maurício compôs em quinze dias uma grande missa e credo que ainda hoje se executam com aplausos dos mais profundos entendedores.

Neukomm, o discípulo predileto de Haydn, o compositor daquele famoso concerto que foi executado por três mil artistas na inauguração da estátua de Gutenberg, Neukomm, que viera para o Rio de Janeiro com a colônia artística dirigida por Lebreton, dizia a quem o queria ouvir que o padre José Maurício era o primeiro improvisador de música que ele tinha conhecido, e a propósito, contava o seguinte fato.

Em uma das muitas reuniões que tinham lugar na casa do marquês de Santo Amaro, faziam-se provas de diversas músicas que Neukomm acabava de receber da Europa. O célebre Fascioti cantou uma barcarola que foi ardentemente aplaudida, e o padre José Maurício, que estava ao piano, começou em seguida a variar sobre o motivo, e de arte tal o fez que todos e ele próprio esqueceram-se do tempo que passava, e no meio de geral admiração deram por si ao toque da alvorada.

Esse mesmo Neukomm, ao receber a notícia da morte do padre José Maurício, exclamou chorando: “Ah! os brasileiros nunca souberam o valor do homem que possuíam!”

Prometi não divagar, e talvez pensem que tenho divagado: protesto e juro que não. Tratando de descrever, devo dizer o que vejo, e ao estudar a capela imperial, não me é possível deixar de ver nos púlpitos e no coro os vultos venerandos desses homens ilustres que são glórias nacionais.

São Carlos, Sampaio, Mont’Alverne e José Maurício são monumentos.

Acabei de referir-me, ainda há pouco, às festas pomposas que se faziam na capela real no tempo da regência e do reinado do Sr. Dom João. Com efeito, eram elas notáveis pelo brilhantismo e magnificência com que as mandava celebrar aquele príncipe eminentemente religioso.

Não tive, porém, ocasião de falar de uma solenidade piedosa que tinha em parte lugar na capelinha do Senhor dos Passos, que é, como disse, uma dependência da capela imperial.

Na segunda sexta-feira da quaresma costuma, como ainda hoje se observa, sair à rua, partindo da igreja da Misericórdia, a procissão do Senhor dos Passos; mas a sagrada imagem que principalmente se venera nessa procissão não é do templo donde sai naquele dia.

Na noite da véspera dessa sexta-feira, o Senhor dos Passos da capelinha de sua invocação era solenemente conduzido pelo rei e pela corte para a igreja da Misericórdia, e este ato de devoção continuou a ser praticado pelos augustos filho e neto do Sr. Dom João VI.

Entretanto, cumpre não atribuir o começo deste devoto costume à época da chegada da família real portuguesa ao Brasil. Muito antes de 1808, primeiro os governadores e depois os vice-reis, eram os que com os oficiais de maior patente levavam sobre seus ombros a imagem do Senhor dos Passos, na quinta-feira à noite, da capelinha do convento do Carmo para a igreja da Misericórdia.

Outrora, a procissão saída na sexta-feira, parava e fazia as orações dos sete passos diante de oratórios que havia nas esquinas de certas ruas, e de alguns dos quais ainda hoje restam vestígios. No fim da procissão, a imagem do Senhor recolhia-se, como atualmente se recolhe, à capela imperial.

Achareis que vos estou contando cousas que todos sabem. Ah! lembrai-vos que os tempos que vão passando levam consigo, pouco a pouco, as usanças, os costumes, as ideias e também algumas cerimônias religiosas dos nossos antigos, e que, portanto, convém ir conservando a memória de todos esses traços que caracterizam e nos mostram as feições do nosso passado.

E por falar no passado, veio agora mesmo doer-me na consciência a ideia de uma omissão que me podem lançar em rosto. Descrevendo o palácio e falando do convento do Carmo, que passou a fazer parte dele, não disse uma única palavra sobre a história antiga desse convento.

Ainda bem que foi uma falta que pode ser facilmente corrigida.

Vou tratar disso imediatamente.

Notas

  1. Primeiro de Março. (N. do R.)
  2. Rua Direita do Carmo para São Bento, porque ia direita (sem curvas nem irregularidades=direta) do Convento e Igrejas de Nossa Senhora do Carmo para o Mosteiro de São Bento. (N. do E.)
  3. Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé (N. do E.)
  4. Sete de Setembro. (N. do R.)
  5. Manuel de Araújo Porto Alegre, Barão de S. Ângelo, poeta e pintor (1806-1879). (N. do R.)

Fonte

  • Macedo, Joaquim Manuel de. Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro. Edição revista e anotada por Gastão Penalva e prefaciada por Astrojildo Pereira. Rio de Janeiro: Livraria Editora Zelio Valverde, 1942. (Edições do Senado Federal, vol. 42, Brasília, 2009).

Imagem destacada

  • Convento do Carmo em frente ao Paço Imperial da Praça XV de Novembro.

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